Lobo Mau & Companhia
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Dia 20 de Março- Dia Mundial do Contador de Histórias
O Gato Tagarela é um soberbo contador de histórias e isto só podia vir de família.
O seu musical tetra-tetra avô adorava sentar-se no chão, à "chinês" e contar as suas aventuras.
Quem vai perder este programa especial?
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
domingo, 7 de fevereiro de 2016
VII edição da Bienal Internacional de Ilustração para a Infância (Ilustrarte) no Museu da Eletricidade.
"Quer um filho mais atento ao mundo? Dê-lhe livros"
Uma das maiores e mais prestigiadas
ilustradoras dos últimos tempos, a checa Eva Pekárková, resume o valor do livro
ilustrado numa frase só. Diz ela que "um livro ilustrado é primeira
galeria de arte que uma criança vê". De facto é assim. Mas é ainda muito mais.
A ilustração é apelativa por natureza. E é por isso a primeira aproximação da
criança ao livro, à história, à fruição e à arte. Nesse sentido funciona como
um meio absolutamente livre e de acesso fácil capaz de trabalhar como nenhum
outro objeto a educação do gosto.
Num sentido ainda mais lato, a ilustração
infantil é uma plataforma essencial para o desenvolvimento da criança, quer em
termos cognitivos, quer no que respeita à sua adesão à leitura e à descoberta.
É fundamental também para a criação de uma base cultural mais sólida e de um
apetite pelo conhecimento.
"A ilustração para a infância tem um
papel fundamental na educação do olhar. Se as habituarmos a ver boas imagens,
serão adultos com um olhar mais culto", diz Eduardo Filipe, há anos um dos
comissários da Ilustrarte, com Ju Godinho.
OS BONECOS QUE NOS MARCARAM
Ju vai mais longe e passa à história da
ilustração, ou mais precisamente à história dos livros infantis ilustrados:
"Os livros ilustrados são chamativos e oferecem à criança duas leituras. Uma
é a da história propriamente dita, outra é uma leitura visual dessa mesma
história, o que em determinados livros se torna primordial." Vejam-se aqui
os exemplos de livros como "O Principezinho", de Antoine de
Saint-Exupéry, ou "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Carroll, e
perceba-se como mais do que tudo são as imagens gravadas na nossa memória que
nos fazem lembrar o enredo.
Há modelos mais corriqueiros mas que
também fixamos. Os livros da Anita por exemplo, também têm uma imagem de marca,
mas são muito mais ligeiros. E por aí fora... "Acho que as crianças têm
que ver tudo, ou seja, não deve haver limitações à leitura de diferentes tipos
de ilustração, mesmo daquelas que fogem à regra que a Disney praticamente
implantou. Há pais que o fazem. Filmes da Disney ou são bons ou são comerciais
de mais," adverte Ju Godinho. "Oferecer aos mais pequenos ilustrações
variadas é mais racional. Tudo faz parte da formação do gosto. Não nos fez mal
ver os livros da Anita, nem da Disney", continua Eduardo Filipe.
Para os dois especialistas em ilustração
infantil é de bom senso ver tudo. "Isso aplica-se a qualquer arte. Na
música é igual. A criança tem que ser exposta aos mais variados tipos de
música. Se só ouvir música pimba, será um jovem adulto que só gosta de música
pimba. Tem que se educar naturalmente o gosto, e provavelmente mais tarde ela
fará uma escolha." Por que não deixar uma filha ter barbies ou não ter
jogos de computador?, questionam. "Tudo faz parte do crescimento e em
doses q.b."
A ERA DA IMAGEM
Num tempo em que a leitura está a cair em
desuso, em que os tablets e os smatphones tomam o lugar do livro, sabemos que
só em certos núcleos familiares, e com algum esforço, eles se tornam um hábito.
O que é preciso então para que a ilustração infantil consiga agarrar a criança?
"Estamos na era da imagem, sim, a história passou de facto a ser minorada,
mas, pelo contrário, a ilustração passou a ter um papel ainda mais decisivo e
utilitário." É ela, acreditam Eduardo Filipe e Ju Godinho, que ajuda ainda
mais à paixão pelo livro
E aqui entenda-se o livro como objeto.
Livros de autores, livros muito particulares, que levam os pais tantas vezes a
perguntar se serão mesmo livros para crianças, pois não os entendem. Estão
sempre à espera de modelos mais infantilizados. Só as crianças é que não.
"É de criação pura que se trata", diz Eduardo. "E para ela as
crianças têm as suas referências muito presentes, através de jogos e brinquedos
que têm - e nenhuma imagem as choca. Estão mais abertas e menos
condicionadas."
O ANTES E O DEPOIS DA ILUSTRAÇÃO
A evolução na ilustração para a infância
deu um salto gigantesco. "Há 20 anos usava-se muito o deformado, imagens
deformadas. Agora está a reaparecer o estilizado, a linha, o desenho pela
linha, onde nem há o colorido. A gravura está na moda, quer a verdadeira, quer
a digital. Isto do ponto de vista da técnica. Quanto às cores, elas são
diretas, primárias, não há espaço para matizes", explicam. O que significa
que o desenho é mais conceptual, mais depurado do que aquela fantasia a que
estávamos habituados.
A casa também está na moda, não será por
acaso. O arquétipo de casa é o primeiro desenho que a criança faz: um quadrado
com o triângulo e a chaminé. Depois vem a árvore, o sol, flor, a nuvem, o mar,
a figura humana.
Os ilustradores selecionados para a
Ilustrarte 2016 - um total de 50 entre 1700 inscritos, oriundos de 72 países -
pegaram nesse arquétipo e trabalharam-no numa diversidade incrível. Destaque
para os trabalhos da espanhola Violeta Lópiz, que ganhou o primeiro prémio da
bienal, mas também para a belga Ingrid Gordon, ou para a obra de Jesus
Cisneros, também espanhol, e ainda para a italiana Claudia Palmarucci. Nota
ainda para quatro portugueses: Catarina Sobral, Daniel Moreira, Joana Estrela e
Teresa Lima. Para ver até 17 de abril.
ALEXANDRA
CARITA in Expresso Sapo
sábado, 6 de fevereiro de 2016
O Gato Tagarela e o Dia dos Namorados
O Gato Tagarela é um gato muito romântico e mimoso e como não podia deixar de ser preparou uma surpresa à gatinha Aguarela.
Para ficarem a saber qual foi a surpresa contatem-nos para vos visitar, amiguinhos.
Ficamos à espera do vosso contato ( escolas, bibliotecas e outros espaços).
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
O regresso à Fnac do Norteshopping- 1ª aniversário de tourneé d' O Gato Tagarela
Confesso que foi das sessões mais entusiasmantes e que mais prazer me deu, porque foi um enorme desafio para mim cantar fado pela primeira vez e ter pessoas tão talentosas a acompanhar-me. Não há palavras para agradecer o suficiente: Hugo Teixeira ( fadista), Nuno Ildefonso ( Guitarra portuguesa) e Manuel Soares ( Guitarra Clássica). ADOREI!!!! A REPETIR!!!!
Meus amigos, " A Casa da Mariquinhas" e não façamos silêncio porque estes fados merecem palminhas.
O Gato Tagarela foi à livraria Salta Folhinhas
O Gato Tagarela teve o prazer de fazer uma sessão num espaço que a mim me diz muito. Mágico, verdadeiramente único...Porque lá moram os livros, mas felizes. Não estão esquecidos na prateleira...a Teresa não deixa que isso aconteça e a magia começou nela mesma.
Foi na livraria infantil Salta Folhinhas, na Rua António Patrício, que fiz formação inicial de Contadora de Histórias.
Neste espaço há eventos todas as semanas, por isso, estejam atentos! Visitem a Salta Folhinhas, conheçam a Teresa e assistam aos eventos infantis que por lá se fazem.
Centro Social de Leça do Balio- QUE DELÍCIA!!!
Os pequeninos resistiram ao sono e estiveram bem atentos ao Gato Tagarela e os menos pequeninos um bocadinho divertiram-se muito.Houve bolo do Tagarela para todos e até eu e o Tagarela fomos surpreendidos com um mini bolo delicioso! Obrigada pelo convite, pela simpatia e pelo carinho!
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